Tuesday, May 16, 2006

Hoje encontrei uma senhora, mãe de dois filhos, disse-me coisas encantadoras do filho mais velho: estudioso, limpo, educado, sempre atento à família, enfim atinadinho… este meu filho é o retrato vivo do pai…
De repente apareceu o filho mais novo, este padre, não estuda, é birrento, caprichoso, preguiçoso, refilão, e muito mais coisas que agora não me recordo, e terminou a adjectivação do filho mais novo dizendo, não sei a quem terá saído este menino…
O filho farto de tanta comparação, ofensiva e humilhante, furioso e irónico, disse Sabes mamã, estou tão orgulhoso de ti que gostaria que pelo menos alguma vez dissesses que sou o teu retrato vivo…

3 comments:

Joana said...

Pooois! São realidades, infelizmente... É irónico, mas acontece, por aí. Os filhos não podem ser iguais. E não entendo como é que é possível que um pai goste de todos, da mesma maneira... (talvez me seja transcendente, ainda)

Beijinho*

lua said...

Não tenho filhos mas penso que o amor de um pai ou de uma mãe não tem limites, é um amor maior e incondicional, o amor verdadeiro é assim: sem razões e sem limites.

Anonymous said...

Caro padre!É com muito agrado que descobri os seus blogges, cujo conteúdo são autênticas lições de vida!...
É bem verdade, perante o que acabamos de ler (e ver no dia a dia), que, muitas vezes, os defeitos dos filhos são filhos dos defeitos dos pais!...

Os meus cumprimentos e bem haja pela sua "DOUTRINA"!...